Conclave dos Exploradores

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 Lorde Davy :v

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Mensagens : 17
Data de inscrição : 30/05/2017
Idade : 24
Localização : Castelo do Conclave - Reino Kholugavinsk

MensagemAssunto: Lorde Davy :v   Ter Jun 06, 2017 12:49 pm

FICHA
Nome: Davy J. Nighy
Raça: Humano
Classe: Guerreiro/Rúnico
Nível: 3
Experiência: [00/10]

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ATRIBUTOS

Força: [05]
Agilidade: [03]
Inteligência: [03]
Vontade: [04]

~~

Pontos de Vida: [70/60]
Pontos de Magia: [60/60]

~~

DEFESA


Bloqueio: [5 + F5 + 6 + 0] (16)
Esquiva: [5 + A3 + 3 + 0] (11)
Determinação: [8 + 4 + 0]  (12)

~~

ANTECEDENTE
Nome: Nobre
Pago com: Agilidade (Guerreiro)
Benefício: Você possui status e muitos contatos e é reconhecido na região onde possui terras e provavelmente pelas famílias nobres das regiões vizinhas à sua.
Você pode conseguir uma audiência com qualquer figura importante do reino (incluindo o rei/imperador).
Além disso, você possui terras que incluem uma casa grande (e provavelmente luxuosa, mas não fortificada) e recebe dos moradores 50 moedas por mês de impostos.
Você pode mudar os impostos, mas isso provavelmente irá acarretar problemas para você (outros nobres irão usar seu abuso para convencer o rei a emancipar suas terras e os próprios aldeões podem decidir abandonar suas terras).
Equipamento Extra: 200 Moedas

~~

PROFICIÊNCIAS

Nome: Adestramento
Ação: -
Rolagem: 2d6+5 (F) ou 2d6+3 (A) ou 2d6+3 (I) ou 2d6+4 (V)

Nome: Movimentação
Ação: -
Rolagem: 2d6+5 (F) ou 2d6+3 (A)

Nome: Percepção
Ação: Encontrar
Rolagem: 2d6+3 (A) ou 2d6+3 (I)

Nome: Resistência
Ação:  Erguer
Rolagem: 2d6+5 (F) ou 2d6+4 (V)

Nome: Armas Brancas
Ação: Improvisar Arma
Rolagem: 2d6+5 (F) ou 2d6+3 (A) ou 2d6+3 (I)

Nome: Briga
Ação: Constringir
Rolagem: 2d6+5 (F) ou 2d6+3 (A)

Nome: Arcana
Ação: Escrever Runa
Rolagem: 2d6+3 (I) ou 2d6+4 (V)

~~

HABILIDADES

Nome: Adaptabilidade
Tipo: Característica - Suporte
Descrição: +1 em um atributo. (Força)

Nome: Diversidade
Tipo: Característica - Suporte
Descrição: +1 em um atributo diferente do bonificado por Adaptabilidade. (Vontade)

Nome: Recursos
Tipo: Especial
Descrição: Você começa o jogo com o dobro das moedas inicias.

Nome: Ataque Giratório
Tipo: Técnica - Ação
Mana: 10
Descrição: Realize um ataque corporal contra cada inimigo adjacente.

Nome: Golpe com Escudo
Tipo: Técnica - Reação
Descrição: Se você fizer um ataque corporal e errar, você pode imediatamente fazer um ataque corporal normal contra o mesmo alvo com seu escudo. Um ataque com um escudo causa dano igual à sua FN +2/Contusão.

Nome: Conjurar Escudo
Tipo: Magia - Ação
Mana: 10
Dificuldade: 10
Descrição: Você desenha uma Runa Arcana no ar e ela se transforma em um escudo de energia para proteger uma criatura dentro de sua linha de visão. O escudo flutua ao redor do alvo, bloqueando ataques, mas pode ser segurado como um escudo normal. Ele garante um Bônus de Bloqueio de +2, e se for segurado tem FN 2 e ocupa 1 mão. A Runa que mantém o escudo se dissipa depois de 1 minuto.

~~

EQUIPAMENTOS

Arma: Cimitarra de Prata Fria
Custo: 450
Dano: +10 (15)
Tipo: Corte e Perfuração
FN: 5(3)
Distância: CaC
Obs: --

Armadura/Escudo: Armadura Simples
Custo: 300
Defesa: +3
FN: 5
Obs: Pesada (Agi -1, Reduz 1 de Dano, Corrida é só o triplo.)

Armadura/Escudo: Escudo Médio de Aço Anão
Custo: 200
Defesa: +3
FN: 3
Obs: Ocupa 1 mão.

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ITENS

Cavalo de Guerra (Tornado) - 450$ (Contando Freio, Rédeas, Bocal, Sela e Estribos. +2 em Cavalgar)

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DESCRIÇÃO



1.84m, 78kg, pele morena, olhos castanho-claro, cabelo curto (raspado, antes era longo e castanho levemente acobreado), uma cicatriz no rosto (lado esquerdo) resultada da época de meu treinamento na C.A.R.
Medo de falhar na proteção à alguém. Ver uma situação onde sou incapaz de ajudar. Vício em lâminas afiadas, boa bebida e boa comida. Minha eventual rudez e ignorância, muitas vezes causadas pela impaciência.
Quieto, observador, resmungão, muitas vezes ignorante mas de bom coração.
Luto por mim e pelo Conclave, este é o proposito atual. Manter-me vivo e... longe dela.

~~

MOTIVAÇÃO E HISTÓRIA

Passado... Isso não me importa mais.
Já passou. Acabou. Ou ao menos, finjo que acabou e tento não pensar nisso. Não pensar nela.
Mas agora é tarde, já estou pensando... Por pra fora pode ajudar a aliviar-me.

Eu era uma criança pobre, como muitas outras nessa cidade.
Cresci sem saber minha origem e nem fiz questão, pois fui acolhido por uma senhora, com idade um tanto avançada.
Me levou para sua casa, me deu comida, roupas e um lugar para dormir.
Ela vivia dizendo que minha aparência lembrava um filho dela que morreu ainda jovem.
Vivi com ela algum tempo, depois de passar minha infância na rua, com ela tinha tudo que precisava e em troca, eu a ajudava com tudo, assim como um filho ajudaria a mãe.
Passado alguns anos, eu era um adolescente e ela já muito doente disse-me que não queria que eu a visse definhar. Ela tinha recursos, pois era uma nobre, falida, mas ainda uma nobre.
Me enviou para treinamento no quartel local como se eu fosse um legítimo filho dela, me deu um futuro, se eu concluísse o treinamento, seria um guarda, servindo em missões, fazendo a vigia da cidade ou servindo à alguma família nobre como guarda-costas. A última opção se fez valer.
Concluí meu treinamento como esperado, tendo um bom aproveitamento, sendo elogiado, porém haviam outros recrutas muito melhores que eu, em habilidade, porém sua índole não era lá tão boa.
Fui enviado para servir a família Cassidy, vigiaria sua propriedade, faria escolta em suas saídas e viagens e fui incumbido de ser guarda-costas da filha única dos Cassidy, Katherine.
Ela era uma linda moça, com seus longos cabelos que pareciam chamas vivas, um olhar focado no qual era possível se perder no castanho de seus olhos, pele clara levemente rosada com poucas sardas salpicadas no rosto. Teria de segui-la o tempo todo - ou quase - garantindo sua proteção e depois de conhecê-la faria isso mesmo que custasse minha vida. Queria me manter perto dela sempre, não havia conseguido evitar... me apaixonei por ela.

No início, ela muito reclamava, não queria alguém a seguindo para lá e pra cá.
Mas eu sabia que aquilo poderia ser desconfortável e tentava de alguma forma deixá-la mais à vontade, conquistar sua confiança ou algo assim.
Demorou, mas conforme os dias passaram começamos ao menos a ter contato. Ela me pedia algo, eu respondia ou obedecia. Eu perguntava algo, ela respondia. Fora os cumprimentos formais.
Isso foi mudando conforme ela via que eu continuaria ali, a seguindo. Passamos a trocar algumas palavras, ela questionava coisas sobre mim, meu treinamento, se sabia manejar direito uma espada.
Algumas de suas perguntas eram estranhas, mas eu respondia como podia. E então ela me pediu para que a ensinasse a usar a espada.
De início disse não, não importa quantas vezes ela me pedia ou mesmo desse uma ordem, eu recusava. Era perigoso demais, não sabia se seria um bom tutor e, eu estava ali para protegê-la e não para ensiná-la a proteger-se.
Porém, ela era esperta e persistente.
Foi até seu pai, o Sr. Uri Cassidy, e pediu que ele ordenasse a mim que eu atendesse seus pedidos. Até mesmo o de ensiná-la a manejar uma arma.
Pensei que ele logo cortaria essa ideia e negaria o pedido da filha. Pelo contrário, ele apoiou a ideia e aceitou o pedido da mesma, me ordenando que a ensinasse.

Tive de ensiná-la... Ela era um tanto desajeitada e minha espada era pesada para ela, tivemos de comprar equipamento adequado.
Fomos juntos à cidade à procura de um ferreiro. Seria a primeira vez que iria escoltá-la fora de casa sem a presença dos pais, teria de estar ainda mais atento à tudo.
Estranhamente, ela estava mais... amistosa. Parecia que sair de casa fê-la melhorar o ânimo, pois ela vivia trancafiada. Decidi que faria aquele "passeio" se tornar algo melhor, que a deixasse mais alegre, mais à vontade comigo. Sua família era rica e o Sr. Cassidy me deu liberdade para usar quanto fosse de recursos para as compras da filha.
Usei isso não só para compras, mas a levei a lugares onde acreditei que ela gostaria de conhecer, comprei-lhe "presentes", convidei-a para uma refeição em uma renomada estalagem local.
Voltamos para casa com tudo o necessário, mas até o dia seguinte ela não falou nada comigo. Achei que ela não havia gostado daquilo, talvez feito algo que ela não gostasse, levado à um lugar que ela não gostou de ir ou mesmo a atitude de usar os recursos da família dela para agradá-la não havia sido algo que ela gostou de ver.

Na manhã seguinte, assim como combinado, me dirigi até um salão anexo à residência que usaria para treiná-la.
Acreditei que seria o primeiro a chegar, era bem cedo e aproveitaria para deixar o local preparado.
Mais uma vez, estava errado.
Ela havia chego primeiro e estava me esperando. Era estranho, obvio, principalmente o fato dela estar acordada àquela hora.

Mas... O que se sucedeu foi o mais estranho possível:
Ao adentrar o salão, logo ela veio me receber. Havia um sorriso largo em seu rosto, seus olhos tinham um brilho diferente, ela parecia mais corada. Vinha caminhando até mim e ao chegar perto, um beijo.
Não um beijo comum de cumprimento, um beijo verdadeiro, cheio de sentimentos, me pegando de surpresa, mas logo me entreguei ao beijo. Ela disse-me então que gostava de mim, logo assim que me viu chegar à residência, porém achou que eu era mais um mercenário que só estava interessado na riqueza da família e queria usá-la para enricar-se , mas conforme passaram os dias, ela viu que eu era diferente.
Estávamos apaixonados mas a falta de comunicação nos deixou afastados.
A partir desse dia, usamos os treinos como meio de ficarmos perto, porque, obviamente, um relacionamento oficial entre nós seria rejeitado pelos pais dela.
Um dia decidimos que iríamos sair dali. Fugir juntos pra ficarmos juntos, sem medo do que poderia acontecer.
Ela havia aprendido bem o manejo de uma espada, mesmo que na maior parte dos nossos encontros matinais, passássemos mais tempo nos amando do que treinando.
Marcamos um dia então, dali a 2 semanas, quando os pais dela partiriam em viagem, usaríamos isso para fugirmos, logo na manhã seguinte após a partida deles.

Durante as 2 semanas, nos preparamos para a partida. Usamos o salão de treino para guardar o que levaríamos e logo, tudo estava pronto.
Na manhã marcada, fui até o salão, já preparado, ansioso por encontrá-la. Cheguei primeiro, fiquei a esperando ali, com nossa bagagem.
Passaram minutos que logo formavam pouco mais de uma hora de espera, então acreditei que ela estivesse dormindo ou, estivesse se arrumando. Deixei passar mais um tempo.
Outra hora de espera passou e logo quase 3 horas haviam passado. Decidi ir até seu quarto, ver se ela estava bem, se estava acordada ou adormecida.
Ela não estava lá. Seu quarto estava arrumado, mas algumas roupas e seu equipamento não estavam lá também. Ela havia fugido sem mim...

Fiquei furioso, claro. Havíamos marcado de fugir juntos, para ficarmos juntos e no fim ela me deixou para trás.
Saí da residência dos Cassidy, levando somente o que era meu, tranquei o local e nunca mais voltei.
Resolvi sair daquela cidade, esquecer o que passou e viver algo novo dali pra frente.
Mudei a aparência, cortei os cabelos ficando quase careca, com eles bem curtos, troquei de armadura e parti.

Cheguei a um vilarejo após pegar uma carona numa caravana de mercadores.
O local era aconchegante, pequeno e com menos movimento que a cidade anterior.
Recomeçaria a vida ali. Procurei emprego em alguns lugares. Eu era um guarda e minha posição militar me favoreceria a encontrar algo.
Fiz alguns serviços de escolta e proteção à lojas, juntei uma boa quantia e me hospedei numa estalagem.
Ali conheci Soraya, a dona do local. Uma bela mulher de jeitos exagerados, um tanto exótica, mas que comandava o lugar como um Capitão comanda uma tropa.
Ou melhor, como um Capitão comanda sua tripulação, visto que ela havia sido uma pirata.

Por ali fiquei algumas noites e logo o dinheiro esgotou-se.
Iria partir, à procura de emprego, mas o lugar era pequeno e não haviam muitas propostas.
Teria de trocar de cidade mais uma vez.
Então Soraya me fez uma proposta: Poderia morar ali, ter um quarto só para mim, comer e beber, mas trabalharia para ela.
Ela era muito atarefada e vez ou outra apareciam problemas. Briga de bêbados, clientes com dívidas, tentativas de roubo ou saque de mercadoria. Estes últimos arquitetados por donos de outros estabelecimentos ou pessoas que não se davam com a mulher.

Aceitei, sem dúvida.
Um lar, comida e bebida em troca de proteger o lugar, intimidar algumas pessoas e bater em outras.
Não era nada mal. Ali fiquei, vez ou outra saindo para resolver os assuntos de Soraya ou outras propostas que surgiam, para levantar uma grana.

Anos passaram-se. Neste tempo, mesmo tendo conseguido bons trabalhos e juntado uma boa quantia, preferi morar com Soraya. Mesmo sabendo que eu tinha como pagar, ela mantinha o trato e eu trabalhava para ela e assim, tinha um teto e comida.
Kholugavinsk havia se tornado um lugar bastante corrupto. Os habitantes viviam reclamando do descaso do Czar Ilucznica. Eu ajudava como podia, recebia alguns trocados por bater em alguns soldados, mas, geralmente devolvia o pouco que o povo tinha.
Resolvi que tinha de me desvincular de Soraya para evitar problemas para ela e, futuramente, quando tudo estivesse melhor, voltaria a falar com ela.
Eu ia enfrentar diretamente o Czar. Não uma tentativa de assassinato, mas um jogo político.
Apesar de desligado, eu era um militar de alta patente no reino, tinha herdado o sobrenome e status de minha mãe adotiva e agora, tinha bastante recursos.
A ideia era usar isso para comprar as propriedades daquele povo sofrido e reinvindicar o lugar como minha posse. Eu ia comprar todo o distrito sudeste do reino.
Mas as pessoas acharam loucura de início. Não queriam se arriscar, não sem garantias.
Tive de procurar outras pessoas, pessoas que aquele povo acreditavam ou podiam tomar como bons motivos para acreditar na minha ideia.
Por sorte encontrei outras pessoas logo, uma delas, a elfa com qual sempre tive rixa, porém, que o povo acreditava.

Não foi fácil, mas juntos, nós 7 conseguimos por isso em prática, unimos nossos motivos pessoais e a ideia de melhorar a vida naquele lugar não só para nós e conquistamos a independência do distrito.
O resto, é o presente atual. O Conclave, lugar que fundamos, tem recebido muita gente disposta a viver em harmonia, mas também querendo manter a chama aventureira acesa e sempre a postos para combater as injustiças.
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